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Visitas de autor

Agradeço a todos os convites que me têm chegado. 

Porém, e por motivos de saúde, estou bastante limitada nas minhas idas a escolas. Fazer várias sessões (como fiz, tantos anos), viagens enormes todas as semanas, deixou de ser possível. Não é segredo (aliás porque escrevi o livro "De Zero a Dez" sobre a dor crónica) que tenho uma doença reumática e que, por causa dela e de todas as complicações que daí advêm, preciso de ter um enorme cuidado com o que faço. Por isso, para as escolas mais longe, posso conversar com os alunos por skype. Funciona mesmo muito bem, já somos vários escritores a fazê-lo! E assim chegamos a todas as comunidades.

Tirando este preâmbulo, posso dizer-vos como costumo fazer: 
- Só estarei com turmas que tiverem trabalhado em sala de aula livros meus (selecciono assim onde vou, deixando de fora as escolas/turmas que não trabalharam). 
- Nunca vou a escolas inteiras, ou agrupamentos - o importante é trabalhar com os grupos interessados e não para todos os grupos, havendo depois crianças que nem sabem do que se está a falar..
- Farei uma, excepcionalmente duas sessões, cada uma com um grupo de alunos que não exceda os 100, cerca de 45 minutos.
- Deverá haver uma feira do livro com títulos meus, pelo menos no dia da sessão. 
- Só confirmarei a minha ida depois de receber a lista de turmas, com o professor responsável por cada e a obra trabalhada. 
- Normalmente, a escola suporta a deslocação
- Nos casos das bibliotecas municipais, combinarei caso a caso.
- Por favor, enviem sempre um mail (para margaridafs7(arroba)gmail.com) - é mais fácil para me organizar e para todos sabermos o que se foi falando.

Achei melhor escrever este texto, para ficar tudo claro e poderem entender as razões. Obrigada pela paciência de o lerem!

(Nota: outra das coisas que deixei mesmo de fazer é dar aulas de escrita criativa nas escolas, pelas mesmas razões - é uma actividade que provoca muita inflamação, pois não sei trabalhar com jovens sem andar pela sala a ajudá-los ou a ouvir ideias. Há pessoas em quem confio de olhos fechados que poderão fazê-lo, indicarei os seus nomes a quem precisar)

Um desafio

Então não é que a escola EB23 da Venda do Pinheiro me lançou um desafio mesmo difícil?!
Perguntaram-me: quais os 7 objectos que me definem - por causa da colecção 7 x ...
Aqui fica o que respondi... depois de muito pensar!

Vamos lá ver...
1 - o livro O Aprendiz de Guerreiro e todos os de Petzet - são a minha história
2 - lápis de carvão
3 - um bonequinho verde minúsculo, que os meus filhos me deram quando eram pequenos, dizendo que eu era igual - mostro-vos quando aí for!
4 - um relógio ao pescoço, sempre
5 - um anel já velhinho, sempre no meu dedo
6 - agenda onde escrevo tudo...
7 - talvez o desgraçado do GPS que tenta (apenas tenta!) impedir que me perca de cada vez que vou a uma escola
Beijinhos esgotados...!

A Escola Fantástica

Há coisas muito engraçadas...
A colecção da Nossa Escola Fantástica, sobre uma escola secundária pioneira no país em que as artes se cruzam com o ensino geral, está a ter um novo folgo junto dos leitores.
A razão é simples: a temática destes livros tem parecenças com a trama dos Morangos com Açúcar de agora.
Fico contente. O que escrevi, há já algum tempo, tinha que ver com um sonho de sempre: interligar o ensino da música (que me diz tanto!) com as outras artes. E a Escola Fantástica é isso mesmo. Os alunos de Artes PLásticas, Música, Teatro e Dança vêem-se "forçados" a frequentar workshops das outras áreas e percebem (como sempre defendi) que se aprende muito com as outras artes.
O resultado é um abertura maior, uma grande entreajuda, alunos que mudam de curso e, claro, muitas peripécias de adolescentes com a responsabilidade de estar no ensino artístico.
Para quem não conhece, aqui fica o desafio.
A quem já leu, obrigada por partilharem este sonho comigo!
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