Na semana de 2 de Julho, vários escritores falam da leitura e de alguns livros.
Um elogio da leitura e ofertas de livros, que tal?
Vejam aqui, Rádio Renascença
Para ouvir, são 2 minutos e pouco, podem fazê-lo aqui, na imagem do romance.
Falo do livro "De Nome, Esperança" e do novo livro dos 7 irmãos
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TSF - Pensamento Cruzado
Sigo este programa.
Pensamento Cruzado, com Margarida Cordo e Vítor Cotovio, na TSF
Ontem, no dia do Autor Português, Margarida Cordo falou no meu livro "De Nome, Esperança"
Já antes, numa conversa sobre este livro na Bertrand do Chiado, estivemos as duas a falar sobre ele. Foi uma dia memorável, que nunca vou esquecer.
Pensamento Cruzado, com Margarida Cordo e Vítor Cotovio, na TSF
Ontem, no dia do Autor Português, Margarida Cordo falou no meu livro "De Nome, Esperança"
Já antes, numa conversa sobre este livro na Bertrand do Chiado, estivemos as duas a falar sobre ele. Foi uma dia memorável, que nunca vou esquecer.
Ainda a Esperança
Ontem, naquela conversa tão cheia de partilha, de emoções e de olhares onde falámos sobre De Nome, Esperança, apareceu esta ideia, que nunca me tinha ocorrido:
Estes contos, textos da Esperança foram sendo escritos por mim ao longo dos anos, ficando sempre sem poiso, como se não se encaixassem em nenhuma colectânea, talvez esperando por este romance.
Se é verdade que fui ao Lorvão, que decidi que iria contar uma história sobre a loucura, que o meu avô morreu no Telhal, que a minha família é assim (coesa e cúmplice), tudo o resto é produto do sentir e do imaginar.
Ainda estou a digerir esta ideia, confesso. Maravilhei-me.
Os textos da Esperança teriam sido escritos por uma mulher, Esperança de seu nome, com quem eu me teria cruzado.
Na verdade, é tudo ficção.Estes contos, textos da Esperança foram sendo escritos por mim ao longo dos anos, ficando sempre sem poiso, como se não se encaixassem em nenhuma colectânea, talvez esperando por este romance.
Se é verdade que fui ao Lorvão, que decidi que iria contar uma história sobre a loucura, que o meu avô morreu no Telhal, que a minha família é assim (coesa e cúmplice), tudo o resto é produto do sentir e do imaginar.
Ainda estou a digerir esta ideia, confesso. Maravilhei-me.
Há semanas assim...
Dois dias, dois convites, dois momentos especiais.
Se quiserem vir, óptimo!
De Nome, Esperança
Uma Questão de Azul-Escuro
Espaço Autor, Bertrand Chiado 18 Out, 18h30
Sintam-se todos convidados...
e sintam-se todos convidados a falar connosco - será uma conversa em torno da loucura, do estigma, da escrita...
e sintam-se todos convidados a falar connosco - será uma conversa em torno da loucura, do estigma, da escrita...
Concurso Correntes de Escrita
Acabei de saber que
"De Nome, Esperança"
integra os livros a concurso para o Prémio Literário Casino da Póvoa, Correntes de Escrita.
Falando de "De Nome, Esperança"
De uma parceira de escrita, uma mensagem que quero partilhar convosco:
Entre a compilação “OS HOMENS PRECISAM DE MIMO”, do jornalista e cronista João Miguel Tavares, as “HISTORIAS DE AQUÍ Y DE ALLÁ” , do Luis Sepúlveda, e muitos outros livros que já não conseguirei nem sequer folhear até ao final das férias, lá ia o Romance de uma autora DE NOME, MARGARIDA.
E li. Que mais poderia ter feito?
Aliás foi logo este último o primeiro a ser devorado pela minha ânsia de compensar o tempo perdido, de um ano a fio sem leitura de interesse, nem mesmo a de cabeceira. Também movida pela curiosidade de conhecer mais da obra da autora. Enfim, sobretudo, por ser da Margarida.
De uma complexidade, pelo entrecruzar de personagens, narradores, pelo distanciamento temporal, e não só, das próprias narrativas e diferentes perspectivas, torna-se, depois, simples, acabando o leitor por conseguir construir uma imagem final. Precisamente porque é ao longo de todas essas narrativas, incluindo as dela própria, e dos seus escritos, que vamos conhecendo (?) a Esperança e o seu trajecto de vida (e morte). Temos, enfim, a Esperança. E perdemos, afinal, a Esperança.
A doença mental, aqui muito bem retratada, não me passou ao lado, mas tocou-me menos que a própria personagem e a sua história de vida. Contudo, por outro lado, é a doença mental que dá riqueza à personagem; são os seus delírios que permitem ultrapassar barreiras e ir além de uma vida óbvia.
Tenho para mim que quem se põe no papel de dizer bem ou mal, se coloca numa plataforma de arrogância, portanto acima do outro avaliado. Mas é com a maior humildade, de quem não percebe nada do assunto e apenas gosta (muito) de ler, que digo que o que li está muito à frente…
Eu li.
E gostei muito.
E, agora, escrevo (à Margarida). Que mais poderia ter feito?
Muitos Parabéns Margarida!
VS
PS: Ainda não perdi a Esperança de conseguir ler mais uns quantos livros até ao final das férias… Tenho Esperança que este teu livro seja premiado (como o foi “Uma Pedra sobre o Rio”) … Tenho Esperança de este ano retomar as aulas de Escrita… Tenho Esperança…
Entre a compilação “OS HOMENS PRECISAM DE MIMO”, do jornalista e cronista João Miguel Tavares, as “HISTORIAS DE AQUÍ Y DE ALLÁ” , do Luis Sepúlveda, e muitos outros livros que já não conseguirei nem sequer folhear até ao final das férias, lá ia o Romance de uma autora DE NOME, MARGARIDA.
E li. Que mais poderia ter feito?
Aliás foi logo este último o primeiro a ser devorado pela minha ânsia de compensar o tempo perdido, de um ano a fio sem leitura de interesse, nem mesmo a de cabeceira. Também movida pela curiosidade de conhecer mais da obra da autora. Enfim, sobretudo, por ser da Margarida.
De uma complexidade, pelo entrecruzar de personagens, narradores, pelo distanciamento temporal, e não só, das próprias narrativas e diferentes perspectivas, torna-se, depois, simples, acabando o leitor por conseguir construir uma imagem final. Precisamente porque é ao longo de todas essas narrativas, incluindo as dela própria, e dos seus escritos, que vamos conhecendo (?) a Esperança e o seu trajecto de vida (e morte). Temos, enfim, a Esperança. E perdemos, afinal, a Esperança.
A doença mental, aqui muito bem retratada, não me passou ao lado, mas tocou-me menos que a própria personagem e a sua história de vida. Contudo, por outro lado, é a doença mental que dá riqueza à personagem; são os seus delírios que permitem ultrapassar barreiras e ir além de uma vida óbvia.
Tenho para mim que quem se põe no papel de dizer bem ou mal, se coloca numa plataforma de arrogância, portanto acima do outro avaliado. Mas é com a maior humildade, de quem não percebe nada do assunto e apenas gosta (muito) de ler, que digo que o que li está muito à frente…
Eu li.
E gostei muito.
E, agora, escrevo (à Margarida). Que mais poderia ter feito?
Muitos Parabéns Margarida!
VS
PS: Ainda não perdi a Esperança de conseguir ler mais uns quantos livros até ao final das férias… Tenho Esperança que este teu livro seja premiado (como o foi “Uma Pedra sobre o Rio”) … Tenho Esperança de este ano retomar as aulas de Escrita… Tenho Esperança…
Recensão de Rita Pimenta na Pública
Aqui fica uma entrevista

O Açoriano Ocidental, através da Patrícia Carreiro, fez-me uma entrevista.
Falámos sobre o livro De Nome, Esperança
Aqui fica o link.
Entrevista na Antena 2



Foi uma conversa simpática, à volta da escrita de canções e dos dois livros (Histórias de Cantar e O Segredo da Floresta), mas houve tempo para falar do romance, De Nome, Esperança, que me tem trazido tantas mensagens, tantas partilhas. Podem ouvir aqui.
Ler+ Ler Melhor - De Nome, Esperança
O programa Ler+ Ler Melhor fez uma espectacular peça de 5 minutos, mas onde se diz muito sobre o meu livro:
De Nome, Esperança
Pode ouvir o que Daniel Sampaio pensa desta história - link
(já na 2ª edição)
Dia Mundial da Poesia
Fiquei a ouvir o coração à espera de um tu
que era a imagem de ti que eu queria que fosses.
Esperei pelo sossego para esconder o frio
que só tu podias aquecer e que demoravas a acender.
Vi-te chegar diferente com brilho no lugar da distância,
com calor no lugar do tempo,
comigo enlaçada por dentro.
Entraste nas minhas memórias
transformando o que era meu em teu,
o que era verdade em diferente.
Encheste os meus dias sem pedir nada
até pedires um fim,
um fim que eu sempre adivinhei que fosse.
in, De Nome, Esperança
que era a imagem de ti que eu queria que fosses.
Esperei pelo sossego para esconder o frio
que só tu podias aquecer e que demoravas a acender.
Vi-te chegar diferente com brilho no lugar da distância,
com calor no lugar do tempo,
comigo enlaçada por dentro.
Entraste nas minhas memórias
transformando o que era meu em teu,
o que era verdade em diferente.
Encheste os meus dias sem pedir nada
até pedires um fim,
um fim que eu sempre adivinhei que fosse.
in, De Nome, Esperança
Ler+ Ler Melhor
O programa Ler+ Ler Melhor fez uma extraordinária reportagem sobre o livro De Nome, Esperança. Querem ver? Está aqui.
De Nome, Esperança - um comentário
Recebi esta mensagem de uma amiga bibliotecária que leu De Nome, Esperança
De “Uma Pedra sobre o rio” para “De nome, Esperança”, é como passar do esboço do desenho (que já tem quase tudo, incluindo a harmonia) para o desenho final com o “encorpado” das sombras e a profundidade. Desculpa a comparação mas é a que me surge para dizer o que sinto.
A narrativa (final) da Esperança é de uma beleza tremenda.
Obrigada pelo destino do bibliotecário.
Obrigada pelo candeeiro e pela gota de água.
Obrigada pelo cão.
Obrigada pela arquitectura da narrativa.
Adorei a arquitectura. Os labirintos e os pátios que foram desenhados para dar ritmo ao leitor.
Obrigada pela beleza de tantas frases que assinalei a lápis fino para as copiar antes do livro avançar para outro leitor.
Por este prazer de ler e por poder replicar dentro de mim as histórias, acredita na gratidão desta humilde leitora tua.E
ntretanto, o teu livro está a passar de mão em mão, mas por mãos escolhidas. Só depois o lanço ao vento. Agora estou na fase de: será que o/a “fulano/a”vão sentir algo semelhante?
De “Uma Pedra sobre o rio” para “De nome, Esperança”, é como passar do esboço do desenho (que já tem quase tudo, incluindo a harmonia) para o desenho final com o “encorpado” das sombras e a profundidade. Desculpa a comparação mas é a que me surge para dizer o que sinto.
A narrativa (final) da Esperança é de uma beleza tremenda.
Obrigada pelo destino do bibliotecário.
Obrigada pelo candeeiro e pela gota de água.
Obrigada pelo cão.
Obrigada pela arquitectura da narrativa.
Adorei a arquitectura. Os labirintos e os pátios que foram desenhados para dar ritmo ao leitor.
Obrigada pela beleza de tantas frases que assinalei a lápis fino para as copiar antes do livro avançar para outro leitor.
Por este prazer de ler e por poder replicar dentro de mim as histórias, acredita na gratidão desta humilde leitora tua.E
ntretanto, o teu livro está a passar de mão em mão, mas por mãos escolhidas. Só depois o lanço ao vento. Agora estou na fase de: será que o/a “fulano/a”vão sentir algo semelhante?
Uma pedra sobre o rio: Mais um excerto: De Nome, Esperança
Uma pedra sobre o rio: Mais um excerto: De Nome, Esperança:
Está aqui um novo excerto...
Está aqui um novo excerto...
Um convite, um dia especial!
De nome, Esperança na rádio!
Está aqui o link para uma entrevista sobre este livro...
Antena 1, "À volta dos livros"
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