2ª edição - De Zero a Dez

Já tenho o meu presente de Natal... a

 2ª edição do livro

De zero a dez

Obrigada a todos pelas vossas leituras, mails, partilhas e divulgação.

Um agradecimento especial à UCB, que não só apoiou a compra de livros para doentes, como investiu na tradução para castelhano e inglês deste livro, versões que sairão no 1º trimestre de 2015, e levou exemplares para o Brasil;
à LPCDR, onde entrevistei muitos doentes e médicos para elaborar a história;
à editora, Clube do Autor, que acreditou no livro;
ao Prof. João Eurico Cabral da Fonseca, que escreveu o prefácio e fez toda a revisão médica do livro;
à Bookoffice, que me apoia incondicionalmente;
e à Rádio Sim, comigo desde o primeiro minuto a divulgar este trabalho.

CC das Amoreiras - dia 20 de Dez - TAP



Queres vir voar na imaginação? Vem daí.
Estarei no Centro Comercial das Amoreiras a autografar o livro + CD

VOAR? VAMOS A ISSO!

As ilustrações são da Carla Nazareth, lindas!!!, e o arranjo musical/gravação
é do Francisco Cardoso.
Ah!, e tens duas versões, uma em inglês, outra em português.
Será entre as 11h30 e as 13h30, aparece!

Produção Genius y Meios, para a TAP, mais informações aqui.

Faz de conta que é Natal

Olá a todos!
Escrevi esta história para a revista "SOMOS LIVROS" de Natal, da Bertrand. Espero que gostem - eu diverti-me a escrevê-la, gosto muito de bichos-de-conta...
(carregando na página, fica maior)
http://www.leitorbertrand.pt/assets/site/SomosLivros-Natal2014/index.html

Workshop de Escrita Criativa em Leiria



31 de Janeiro, 6 horas de curso, em Leiria

Tudo aqui

Contos na IronBox - 14 de dezembro

Venham daí!
Vamos andar de roda dos contos, na IronBox

Uma excelente oportunidade de conhecer este conceito, os atletas que por lá treinam e todos os seus amigos, que são muitos.

Gratuito e, fica prometido, divertido!

Quem conta? Eu e a Rita Vilela...

Mais informações aqui 

21 Novembro - foi assim

Foi assim, no dia 21 de Novembro.

Esta iniciativa partiu de Maria Zulmira Varela Baleiro (Zuzu), que leu  livro e logo me convidou para falar dele em Estremoz.
Contámos com a ajuda da Enfermeira Sílvia Noruegas, especializada em dor crónica.

O que aconteceu?
Uma tarde de cumplicidades, de partilha, de muito carinho e afecto, que me deixou com a fantástica certeza de que vale a pena escrever, dedicar a minha escrita a assuntos que ensombram problemas de muitos, dando-lhes esperança.

Querida Zuzu, não tenho palavras para descrever a gratidão por tudo o que disse, organizou e fez acontecer. É um exemplo de força, de entusiasmo e uma mulher de uma doçura cativante. Obrigada, querida amiga.

http://zuzu-luzazul.blogspot.com/2014/11/apresentacao-do-livro-de-zero-dez.html 

De Zero a Dez - livraria Arquivo, Leiria


Foi tão bom
na Livraria Arquivo, em Leiria, rodeada de amigos!

De Zero a Dez, com a dor crónica em pano de fundo, um
livro do Clube do Autor

De Zero a Dez no BioBanco-IMM

É verdade. Esta será a apresentação para profissionais de saúde do livro De Zero a Dez.
Eu e o prof João Eurico Cabral da Fonseca estaremos a apresentar o livro e a dialogar sobre ele.

Estão todos convidados.

Dia 11 de Novembro, Hospital de Santa Maria

Diáspora - Festival Literário de Belmonte


Estarei aqui no dia 7 de Novembro!!!

Apareçam.

De Cor e Salteado - 4 de Outubro

A Genius y Meios agradece a vossa melhor atenção e divulgação do Cantastórias – De Cor e Salteado que, após as férias de Verão, regressa a Lisboa!
Vai ser no sábado, dia 4 de Outubro, às 16h00, no Cine-Theatro Gymnásio, na Rua de Misericórdia, 14, 2.º andar.
Texto, letras e música minhas, orquestrações e direcção musical de Francisco Cardoso, produção de Genius y Meios. Os músicos são Carlos Garcia, Nina Repas, Paulo Carvalho, Filipe Valentim e Alexandra Bernardo.
Bilhetes à venda nos CTT, na TicketLine, e no teatro

Pós-Graduação LIVRO INFANTIL

Aí está de novo a Pós Graduação em Livro Infantil, na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.

Vai funcionar de novo em b-learning, pois a experiência do ano passado foi excelente.

Saibam mais aqui.

Póvoa de Varzim, feira do livro

Dia 6, estarei a apresentar "O Boião Mágico" na Feira do Livro da Póvoa de Varzim às 18h. Logo de seguida, apresentarei o romance "De Zero a Dez".
No dia seguinte, dia 7, estarei com Paulo Ferreira e Manuela Gonzaga à conversa às 22h.  
Venham daí! 
http://www.cm-pvarzim.pt/noticias/feira-do-livro-abre-hoje-com-exposicao-sobre-universidade-do-minho

O boião mágico no PNL

O Boião Mágico - sinopse 

Na escola do primeiro ciclo da pequena aldeia de Santana, a professora Matilde não pode acreditar que os seus alunos não queiram fazer uma prenda para o Dia do Pai. «Não sei se vale a pena... Andam todos tristes», é a resposta do João, o mais velho dos alunos. Mas Matilde não cruza os braços e tem uma ideia genial: ao mesmo tempo que ensina os princípios da reciclagem do lixo necessários para todos em conjunto fazerem uma prenda, também vai ensinar a reciclar outra espécie de lixo – as preocupações, os medos, a tristeza... – de uma forma especial. Estás curioso para saber como? Então lê esta história, procura um boião vazio e aprende a utilizar esta magia! 

Esta reedição, agora na Editorial Presença, ficou especialmente bonita. Uma história sobre estes tempos de desalento e interrogações, mas com pistas para viver melhor, a cada dia. Espero que gostem. É recomendado pelo PNL.

Podem ouvir aqui a entrevista com Helena Almeida, na Companhia da Rádio, Rádio Sim.

Conto - Suplemento de Educação do Jornal de Letras - Junho

Aqui fica o meu conto, publicado no Jornal de Letras, Suplemento de Educação, em Junho.

A ilustração é, como sempre, da Filipa Lourenço.

(carregando na imagem, é fácil ler)

Histórias com Rui Tovar

É um choque saber que Rui Tovar desapareceu fisicamente da nossa realidade. No nosso lugar especial, o
dos amigos, ficará para sempre.
Conheci o Rui por ser marido da minha querida editora na altura, Maria João Lourenço. A amizade foi tão simples...
Depois, precisei muito da sua ajuda, pois teria de escrever 7x11, histórias do futebol  e, embora goste de ver e perceba o jogo, não sabia nada das histórias da vida da selecção nacional. Explicado como funcionava o livro, ou seja, histórias contadas por 7 objectos ligados ao futebol, o Rui disse que ia escolher os jogos.
Foi aí que se deu a magia: para cada objecto que eu seleccionara, havia um jogo para o deixar falar, ao objecto, na primeira pessoa. Por fim, sobrou-nos uma luva de guarda-redes e o Euro 2004. Foi evidente para ambos que, embora pudéssemos falar dos jogos com a Grécia, o certo seria contar a história das luvas de Ricardo, no momento de defender os penalties contra a Inglaterra. O livro estava pronto! A Inês do Carmo fez as ilustrações maravilhosas. Perfeito!
Sinto, de certa forma, que guardei um pedacinho de Rui Tovar comigo, no prefácio, no livro.
Obrigada, amigo.

Vou estar na Feira do Livro de Lisboa nos dias...


















Dia 31 de Maio - 15h - Leya
Dia 31 de Maio - 16h30 - Clube do Autor
Dia 8 de Junho - 15h - Clube do Autor
Dia 8 de Junho - 17h - Praça Amarela, Presença - Debate Petzet

De Zero a Dez na SIC e na TVI

Aqui vos deixo as duas entrevistas:

Segunda, A Tarde É Sua, com Fátima Lopes
uma entrevista fantástica.
http://www.tvi.iol.pt/programa/a-tarde-e-sua/4140/videos/133829/video/14144979/1




Sábado, Jornal da noite às 20h, reportagem de Raquel Marinho
http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2014-05-24-margarida-fonseca-santos-lancou-livro-sobre-o-dia-a-dia-de-quem-vive-com-dor-cronica

Patrícia Reis apresentou assim o livro - obrigada, amiga!

Patrícia Reis – apresentação do livro "De Zero a Dez"
Apresentar este livro da Margarida não é tarefa fácil e, confesso, fiz três rascunhos antes de chegar a este que, espero, seja pouco lamechas.
Não, o livro não é lamechas e a Margarida tão pouco. Eu sou um bocadinho.
Não vos contarei a história de Leonor e já sabem que o livro aborda as questões de vivência sistemática com uma doença crónica que afecta – e muito – a qualidade de vida dos doentes: a artrite reumatóide.
A Leonor é a personagem principal do livro e é quem sofre desta maleita. E sofre das outras maleitas que os doentes crónicos têm de acarretar uma vida inteira.
O que são? Não são apenas os comprimidos, comparticipados ou nem por isso...
Esta semana fomos informados que os doentes com lúpus – são 15 mil em Portugal – deixam de ter os medicamentos comparticipados. Não percebi se 15 mil é pouco ou muito para o Governo. Seja.
As doenças crónicas têm estes custos que, muitas vezes, os doentes fingem que podem meter debaixo do tapete. Ou seja: reduzir doses, experimentar medicina alternativa sem ter feito o desmame dos químicos com pés e cabeça e, cereja no topo do bolo, os doentes crónicos, por serem obrigados a uma certa teimosia caso queiram passar o estatuto de vítimas da traição do corpo, esforçam-se mais do que devem, pela simples razão de pensarem, por horas, que pode ser que o corpo aguenta.
O corpo não aguenta traições desta dimensão e, sempre que decide fazer um motim, pois recusa-se a funcionar.
Se a doença não é visível ou muito evidente – não se está numa cadeira de rodas, não se passa o dia a tomar pastilhas e a apresentar um rol de queixas sobre “ai que desgraça que é a minha vida” – então é a sociedade que surge como inimigo.
Esta realidade é tratada por Margarida Fonseca Santos com cuidado, sem exagero, com a perícia de quem domina bem o que são as relações humanas, em especial num mercado de trabalho onde todos somos obrigados a ser multitarefeiros, rápidos, vertiginosamente rápidos.
Nem sempre os ossos deixam, nem sempre a cabeça consegue.
Portanto, dirão: ah, é um livro sobre a doença.
Não.
Mesmo correndo o risco de ter de fazer terrorismo literário e de recolocar os livros da Margarida na zona da ficção nacional em vez de estarem na prateleira da saúde (e aqui, faço um aparte vicentino: abençoados livreiros que colocam os livros sem pensar muito no assunto, afinal publicam-se 50 livros por dia num país em que se diz que a malta não lê e não compra, portanto que importa que a ficção vá parar à saúde ou à gastronomia?)
Bom, dizia eu, correndo esse risco e até de ver a autora olhar para mim com ar de espanto, tipo: “eu deveria ter convidado outra pessoa para me apresentar o livro, afinal levei tanto tempo a ter a coragem para esta exposição”, aqui vai a minha ideia sobre este livro: 
Este, tão bem escrito, tão fluído e com boas caracterizações de personagens, este livro é sobre o que temos de melhor. A melhor expressão de amor: a amizade.
Não apenas a amizade entre Leonor e a Maria, mas também a de outras personagens que vão surgindo, o médico, a enfermeira, um namorado que não sendo namorado quer muito ser namorado e por aí fora.
Como dito, não vou contar a história, façam o favor de comprar e ler e oferecer. Vem aí o Natal, não tarda nada, que isto é tudo num instante.
Este livro da Margarida é um exercício de alto risco, de exposição. De altíssimo risco.  Para uma mulher é sempre mais complicado escrever sobre determinados assuntos.
Digo muitas vezes que se um homem escrever uma história de amor, pois é sobre a condição humana, se for uma mulher? Bom, é mais um livro.
Se o Lobo Antunes escrever sobre o cancro, é um grande escritor em sofrimento, capaz de uma exposição comovente. Uma mulher? Bom, as mulheres nasceram para sofrer e, dizem alguns, não é por acaso que a maioria das doenças auto imunes afectam em mais de 90 por cento as mulheres e não os homens. É a nossa cabecinha. Pois.
Seja como for, a literatura feminina não é de agora, temos apenas a felicidade de não ter de escrever com tinta mágica, feita com sumo de limão, para explicar como olhamos o mundo.
Um livro é sempre isso, uma forma de ver o mundo, uma tentativa de resposta a uma pergunta ou, para citar Agustina Bessa-Luís, fica sempre bem, pois um livro escreve-se para incomodar. E este incomoda.
De zero a dez incomoda doze, se a alma for sensível. Por ser uma história que é feita de afectos, de avanços e recuos, mergulhada no nosso tempo, é sobre nós, sobre uma doença que pode ser minha ou vossa e ainda sobre as teias de mãos amigas que nos sustentam. Que fazem da vida isso mesmo: vida digna de se viver.
Uma pessoa com uma doença, infelizmente, pensa muitas vezes que não merece ser feliz.
Que não merece rir.
Divertir-se. Beber um copo e abanar o corpo.
Pensa semelhante disparate por ser disparatada? Não.
Pensa por saber que há quem possa fazer tudo isto e mais – até ter uma vida sexual ardente contra a parede, como nos filmes, aquelas coisas que nunca nos acontecem, mas ficam bem na tela da sétima arte.
O sentimento é: não posso impor aos outros as minhas limitações.
O livro da Margarida conclui: há pessoas que respeitam as limitações, as maleitas, as receitas, os exames e, apesar disso, não encaram uma doente, neste caso, a Leonor, como alguém descartável.
E não abdicam de ajudar e de rir.
Rir é uma grande bênção. É pena que não seja uma doença crónica.

Livro - De zero a dez

De zero a dez
A vida no silêncio da dor

Sinopse:
Leonor é uma mulher a braços com uma doença crónica, sem saber como conviver com o cansaço da dor e da dor do cansaço. Vê a sua vida espartilhada por condicionantes que influenciam o dia-a-dia, mas também o futuro.
É através da ajuda de amigos, de uma relação médico/doente equilibrada, que reencontra uma vida a que pode chamar sua, onde a felicidade e o empenho no trabalho passam a ser uma realidade concreta, possível e enriquecedora, uma vida onde a dor deixa de ser o centro.

Este é um romance sobre a dor crónica. É igualmente um livro terapêutico, onde os caminhos e as estratégias para lidar com a doença se revelam a cada passo. É, sobretudo, um romance com esperança por dentro.


Nota de Autor:
Há circunstâncias que nos obrigam a parar e mudar. Foi isso que me aconteceu quando percebi que teria de adaptar a minha vida às possibilidades reais deixadas em aberto por uma patologia músculo-esquelética. Não foi fácil, nunca é. Sendo a palavra a minha forma de comunicar, a ideia foi-se instalando em mim: porque não escrever sobre quem coabita todos os dias com a dor crónica, o cansaço e as limitações?Foi assim que surgiu este livro. É o somatório de experiências pessoais, minhas e das pessoas que aceitaram partilhar comigo o seu viver diário, num entrançado de crises e soluções, sonhos e frustrações, medos e esperanças. Tinha como objectivo dar conforto a quem é doente, mas também ajudar quem com ele convive a entender as limitações e as forças, seja numa vida em comum, no trabalho ou na amizade. Espero ter conseguido atingi-lo. A mim, organizou-me por dentro e deixou-me em paz com a doença.
Margarida Fonseca Santos

Veja/oiça as entrevistas:
Na Rádio Sim: 
1 - http://youtu.be/-BYBpu7PbLI com Marisa Gonçalves, reportagem do lançamento

2 - http://radiosim.sapo.pt/Detalhe.aspx?did=37989&fid=1317&FolderID=1317 com Carlos Coutinho, na Praça Central

A Tarde É Sua, com Fátima Lopes

Escrevi uma história para crianças – como posso melhorá-la?

Escrevi uma história para crianças – como posso melhorá-la?,
por Margarida Fonseca Santos

Objetivos:
Escreve-se muito para crianças, mas será esta escrita apurada, desafiante, divertida e profunda? Os perigos espreitam, com moralidades impostas, textos simplistas em vez de claros e intensos, com muletas em excesso, pois acreditamos, erradamente, que funcionam. Neste curso de 6 horas, iremos trabalhar sobre textos já construídos e perceber como podemos melhorá-los, subverter-lhes a previsibilidade, torná-los fonte de prazer, pensamento e crescimento, sem impor nada ao leitor.

Público-alvo
Autores de textos para crianças.
  
Programa:
1. A moralidade – o maior perigo
2. Personagens, espaço e tempo – a ação como ponto de partida
3. Diferença entre simplicidade e texto simplista
4. A metáfora na escrita para crianças
5. Narradores da vida real

Dados técnicos:
N.º de sessões: 2.
Datas: 13 e 15 de maio de 2014.
Horário: 18.30 – 21.30.
Total de horas: 6.

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: EHC I) para: formacao@booktailors.com.

Nova formação online para professores


 
M01/14

CURSO:
ESCRITA CRIATIVA NA ESCOLA: CRESCER A ESCREVER

Preço normal: €140
Preço reduzido: €120
Preço de associados: €100


Maio: 8, 15, 22 e 29
Junho: 5, 12, 19 e 26 de Junho
Julho:  3  e 10 de Julho
(19.00-21.30)
Formação totalmente a distância

Ainda há vagas
Início previsto para Maio de 2014



Formação a distância

25h online
 1 crédito

Margarida Fonseca Santos

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
(Todos os grupos)



Voltas que a Vida Dá

Psicoterapia em Discurso Direto
de Margarida Cordo

Tenho tido a sorte de contar com a leitura e apresentação de Margarida Cordo de romances que escrevi em áreas do sofrimento emocional, afectivo e mental. Conhecê-la foi, sem dúvida, um presente abençoado. Para além disso, acompanho o trabalho no Pensamento Cruzado (TSF, com Vítor Cotovio e Mésicles Helin), podendo, todos os dias, reflectir sobre a vida, as emoções e o crescimento pessoal.
Tive a honra e o prazer de apresentar o mais recente livro de Margarida Cordo, Voltas que a Vida Dá, na Livraria Ferin. Desde que comecei a lê-lo, nasceu em mim a vontade de divulgá-lo para além do lançamento, pois sinto que terá de chegar a quem dele precisa, a quem interessa, a quem tem curiosidade sobre o que é a psicoterapia. É uma obra demasiado importante para ficar escondida.
Que livro é este, então?
Se há livros que podem ir salvando o mundo de cada um, Voltas que a Vida Dá é um deles. Numa escrita interessante, rica e irrepreensivelmente estruturada, vamos percorrendo sessões de psicoterapia. São muitos e variados os assuntos que desfilam capítulo a capítulo: o tempo, o suicídio, honestidade e coragem, o envelhecimento, os filhos, e muitos mais, susceptíveis de fazer vibrar, no seu interior, cada um dos leitores. Em todos os relatos, a voz da terapeuta vai levando o paciente de encontro às verdadeiras questões, as que podem provocar a mudança.
Paralelamente, lendo estes diálogos, cada um de nós encontra pequenas partes de si mesmo, sendo igualmente levado a pensar e a crescer, o que é admirável. Contribui para a consciencialização destes pedaços de nós a reflexão que Margarida Cordo inclui a fechar cada assunto, incitando o leitor a ir ainda mais longe.
Numa secção final, aparecem cartas de pacientes que, desta forma, puderam falar com aqueles que viram partir ou sair das suas vidas, encontrando na escrita de uma missiva o caminho para a sua paz interior.
É interessante saber que, para cada um dos temas abordados, foram compiladas e misturadas histórias de várias pessoas diferentes. Segundo a autora, “a leitura deste livro corresponde a um desafio empático de, «colocando-me na pele de alguém que não sou eu», aprender com a vida dele/a”. O desafio é lançado a cada linha, e o leitor não tem como fugir – através de cada caso exposto, aprende muito sobre si mesmo e sobre o mundo dos outros, algo tão esquecido nos dias apressados em que vivemos. Também é de realçar o papel da espiritualidade na vivência do mundo, tratada neste livro com profundo respeito, confiança e esperança.
A dado momento, aparece este raciocínio:
«Nada está feito, mas faz-se; nada está acabado, mas continua-se; nada está consumado, mas investe-se. (…) Trabalho a debater existências. (…) Às vezes sou feliz. Outras tantas invento a felicidade que, por profissão e convicção, empresto aos que tenho diante de mim.»
É assim esta psicoterapeuta, Margarida Cordo. Capaz de levar os que com ela se cruzam a um novo patamar de consciência, mudança, paz, serenidade perante as adversidades.
«Os meus pacientes são um enorme motivo de gratidão por quanto me têm alertado e por me darem a oportunidade de descobrir uma missão essencial: a de lhes atenuar o sofrimento, ajudando-os a valorizar a vida como um dom, ímpar e irrepetível e/ou a crescerem como pessoas implantadas numa sociedade e numa família. Sou, indubitavelmente, mais completa porque também eles existem na minha vida ou passam por ela de um modo único.»

Também os leitores deste livro se sentirão mais completos ao lê-lo. Obrigada, Margarida, por este seu livro.

(ouvir aqui o Pensamento Cruzado sobre o livro)

25 de Março, 18h30, Voltas que a Vida Dá












Na terça-feira, dia 25 de Março, às 18h30, na Livraria Ferrin, Lisboa,
terei o enorme prazer de apresentar o livro
Voltas que a Vida Dá - Psicoterapia em Discurso Direto
de Margarida Cordo

Este é um livro de pensamentos, afectos, soluções e recuos, um livro de uma grande intensidade e beleza e que deixa, quem o lê, mais consciente de si e dos outros. Um livro que promete dar a volta à nossa vida ao lê-lo, não o percam. Um livro onde ouvimos falar pessoas como todos nós.

Conhecemo-nos quando publiquei o livro De Nome, Esperança, e a amizade será para sempre.
Já estivemos juntas a falar deste romance, e depois Margarida Cordo teve a amabilidade de apresentar o romance Deixa-me Entrar na Tua Vida.

De cor e salteado

É verdade!

Os nosso primeiros ouvintes do CantaStórias já cresceram e não nos esquecemos deles.

Aqui está o novo espectáculo
De cor e salteado

Em Lisboa, será no dia 29 de Março, às 16h, no mesmo espaço - Cine Teatro Gymnásio, no Chiado.

Mas atenção, há digressão:
10 de Maio - Olhão
7 de Junho - Lisboa
5 de Julho - Maia
4 de Outubro - Lisboa
2 de Novembro - Aveiro
6 de Dezembro - Lisboa

Texto e música meus e orquestrações de Francisco Cardoso.

Personagens:
Maestro - Filipe Valentim
Palavra - Carmina Repas
Tabuada - Alexandra Pedro

Músicos:
Carlos Garcia e Paulo Carvalho

Produção da equipa fantástica Genius y Meios

Agenda de Março - 2014

Aqui fica o que vou andar a fazer em Março


Município da Vidigueira







20 de Março
Curso de Escrita Criativa, às 16h30, Agrupamento de Escolas Miradouro de Alfazina
Professores

Cursos Ícone - 29 de Março 
• Filipa Melo – 15 de Março Margarida Fonseca Santos – 29 de Março Possidónio Cachapa – 5 de Abril• Luís Carmelo – 12 de Abril• Richard Zimler – 3 de Maio• Dulce Maria Cardoso – 17 de Maio• Mário de Carvalho – 7 de JunhoJoão Tordo – 5 de Julho

29 de Março - CantaStórias "De cor e salteado"
Cine Teatro Gymnásio no Chiado, em Lisboa