Ainda a Esperança

Ontem, naquela conversa tão cheia de partilha, de emoções e de olhares onde falámos sobre De Nome, Esperança, apareceu esta ideia, que nunca me tinha ocorrido:
Os textos da Esperança teriam sido escritos por uma mulher, Esperança de seu nome, com quem eu me teria cruzado.
Na verdade, é tudo ficção.
Estes contos, textos da Esperança foram sendo escritos por mim ao longo dos anos, ficando sempre sem poiso, como se não se encaixassem em nenhuma colectânea, talvez esperando por este romance.
Se é verdade que fui ao Lorvão, que decidi que iria contar uma história sobre a loucura, que o meu avô morreu no Telhal, que a minha família é assim (coesa e cúmplice), tudo o resto é produto do sentir e do imaginar.
Ainda estou a digerir esta ideia, confesso.  Maravilhei-me.



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